CNA lança posicionamento da juventude agropecuária brasileira na COP 28

CNA lança posicionamento da juventude agropecuária brasileira na COP 28

Documento mostra visão de futuro dos jovens reforçando a sustentabilidade do agro

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) lançou, na COP 28, que aconteceu em Dubai (Emirados Árabes Unidos), o posicionamento da juventude agropecuária brasileira para as questões voltadas às mudanças do clima.

O documento tem o objetivo de reforçar o compromisso dos jovens produtores rurais com a segurança alimentar, energética e climática, mostrando que as gerações futuras estão cada vez mais envolvidas com a sustentabilidade, conciliando a produção de alimentos e a preservação do meio ambiente.

“Nós, a juventude da agropecuária brasileira, representamos o futuro da segurança alimentar. Encaramos com seriedade a responsabilidade de produzir comida e energia, enquanto preservamos o meio ambiente e adotamos estratégias para mitigação e adaptação às mudanças climáticas”, diz o documento.

O posicionamento também ressalta a importância de questões fundamentais como visão de futuro para o setor, como ciência e tecnologia, que fizeram com que o Brasil passasse da condição de importador para um dos maiores exportadores mundiais de alimentos nas últimas décadas.

Outro ponto diz respeito aos recursos para o desenvolvimento sustentável, reiterando o papel dos jovens no campo como guardiões e aliados na preservação ambiental. Por último, o posicionamento aborda a questão da juventude, defendendo condições para a permanência dos jovens do campo.

A jovem produtora rural Ana Carolina Zimmermann, representante da Comissão Nacional de Novas Lideranças da CNA, acompanhou a Conferência e destacou que a juventude reafirma no documento o compromisso com a sustentabilidade, baseada no tripé ambiental, social e econômico.

“A juventude entende o papel da agricultura brasileira para resolver três grandes questões: a crise energética, a crise climática e a segurança alimentar. É muito importante termos uma agricultura baseada na ciência, trazendo tecnologia, educação. Precisamos também de recursos para o desenvolvimento sustentável e engajar cada vez mais a juventude como protagonista para trazer melhores condições para o campo”, reafirmou.